PROTEÇÃO · DISJUNTORES LIVE TANK
Disjuntor a vácuo live tank para uso ao tempo, próprio para aplicação em ambiente classe IV. Sistema de acionamento motorizado com molas pré-carregadas. Painel de controle, com opção de TCs e relé de proteção integrados. Livre de SF6.

15–72,5 kV
4 classes de tensão
até 4.000 A
corrente nominal, desde 1.250 A
25–40 kA
interrupção simétrica
M2 · E2 · C2
10.000 operações mecânicas
VISÃO GERAL
Um disjuntor live tank a vácuo interrompe correntes de carga e de curto-circuito ao ar livre, montado em estrutura própria, e comanda alimentadores, transformadores, barras e bancos de capacitores. O interruptor selado dispensa gás e supervisão de pressão; o mecanismo de molas motorizado cumpre religamento rápido; a cabine de comando recebe o relé e o cabo multivias da sala de controle.
Vácuo em todas as classes, sem SF6
Interruptor a vácuo selado para a vida útil do 15 ao 72,5 kV: sem gás, sem densímetro, sem reposição nem logística de SF6. As linhas de uso externo mais vendidas param o vácuo em 38–40,5 kV; acima disso, o mercado ainda entrega SF6.
Documentação no formato da concessionária
Tabela de dados técnicos garantidos, caderno técnico, manual de instalação e operação em português e estudo de aplicabilidade de ensaios de tipo 50/60 Hz (IEC TR 62271-306): o pacote que CPFL e COPEL pedem, entregue no formato delas.
Configuração por classe, servida em HTML
Tensão, corrente e nível de curto escolhidos na página, ficha completa indexável e cotação com a configuração já escrita. Os concorrentes entregam PDF ou formulário.
CONFIGURADOR
Cada classe de tensão traz a ficha completa; corrente e capacidade de interrupção definem a configuração que vai na cotação. O disjuntor é fabricado por encomenda: a combinação é o item.
Classe de tensão (Ur)
Corrente nominal
Capacidade de interrupção simétrica
DVO · 40,5 kV
Fonte: Catálogo DLT rev.00, manual de instalação 117_cat (01/2025), tabelas de dados garantidos CPFL ET-DIS.01.TB.18/35 e ensaio de tipo XIHARI 150866G.
| Característica | 15 kV | 24,2 kV | 36,2 – 40,5 kV | 72,5 kV |
|---|---|---|---|---|
| Tensões de sistema | 11,4 · 11,9 · 13,8 kV | 23 kV | 34,5 kV | 69 kV |
| Impulso atmosférico (NBI) | 110 kV | 150 kV | 200 kV | 350 kV |
| Frequência industrial, 1 min | 34 kV | 50 kV | 95 kV | 160 kV |
| Correntes nominais | 1.250 · 2.000 · 2.500 · 3.150 · 4.000 A | 1.250 · 2.000 · 2.500 · 3.150 · 4.000 A | 1.250 · 1.600 · 2.000 · 2.500 · 3.150 · 4.000 A | 1.250 · 2.000 · 2.500 · 3.150 · 4.000* A |
| Interrupção simétrica | 25 | 31,5 kA | 25 | 31,5 kA | 25 | 31,5 kA | 31,5 | 40 kA |
| Sequência de operação | O-0,3s-CO-15s-CO | O-0,3s-CO-15s-CO | O-0,3s-CO-15s-CO · O-0,3s-CO-180s-CO | O-0,3s-CO-180s-CO · CO-15s-CO |
| Classes IEC 62271-100 | M2 · C2 | M2 · C2 | M2 · E2 · C2 · S2 | M2 · C2 |
* corrente fabricada sob consulta nesta classe.
Valores das classes 36,2–40,5 kV e 72,5 kV conforme tabelas de dados garantidos e ensaios de tipo; 15 kV e 24,2 kV com valores de classe ABNT NBR IEC 62271; a tabela garantida sai com a proposta. Combinação fora da lista é fabricada sob consulta.
CONFIGURAÇÕES
A mesma plataforma (polos a vácuo, mecanismo de molas, cabine de comando) atende do alimentador de 1.250 A ao geral de 4.000 A e ao live tank de 72,5 kV.
1.250 A · 25 kA
Alimentador
Proteção de alimentadores de distribuição com religamento O-0,3s-CO-15s-CO, com ou sem TCs integrados.
2.500 – 4.000 A
Geral e interbarras
Entrada de transformador e acoplamento de barras em subestação de 13,8 a 34,5 kV, com terminais NEMA dimensionados para 3.150 / 4.000 A.
classe C2
Banco de capacitores
Manobra de banco único (630 A) e back-to-back (400 A) com reignição improvável; reator limitador de inrush dimensionado pela engenharia DAX.
72,5 kV · 40 kA
Subtransmissão 69 kV
Live tank a vácuo para o barramento de 69 kV: 350 kV de impulso, 3.150 A e 40 kA, sem SF6 na subestação.
onboard
Com TCs e painel de comando
Suporte e TCs integrados, painel de proteção com relé (50/51, 79) e cabos de interligação. Cada item é uma opção catalogada: só suporte, suporte com TC, painel com ou sem relé.
eólico · solar · plantas
Renováveis e indústria
Conexão de aerogeradores, usinas solares e plantas industriais: manobra frequente de transformadores em vazio, cabos longos e filtros de harmônicas dentro do limite de TRT.
CONSTRUÇÃO

Câmara de extinção a vácuo
Livre de gás e de manutenção.
Polos
Isoladores em porcelana, epóxi cicloalifático ou epóxi-silicone. Distância de escoamento de 31 mm/kV, poluição classe IV.
Mecanismo de operação
Mecanismo de acionamento motorizado com molas pré-carregadas. Carregamento manual ou motorizado, solenoides de abertura, fechamento e mínima tensão, relé anti-pumping, contador de operações e indicador mecânico de posição e de carregamento das molas.
Chassi, tanque e estrutura
Chassi em aço inox com janelas de inspeção e estrutura de elevação em aço galvanizado a fogo. Tanque e caixa do mecanismo com acabamento em pintura epóxi, cinza Munsell N6.5.
Cabine de comando IP54
Régua de bornes, chave seletora local/remoto, resistências anticondensação, minidisjuntores e saída dos cabos pela base. Portas frontal e traseira.
Terminais e conectores
Terminais com furação padrão NEMA, em alumínio ou cobre estanhado.
APLICAÇÕES
Cada aplicação tem o parâmetro que decide a especificação. A engenharia DAX confere sequência de operação, manobra capacitiva e TRT antes da proposta.
Subestação de distribuição
O-0,3s-CO-15s-CO
Alimentadores, geral e interbarras em 13,8 / 23 / 34,5 kV, com religamento rápido e classe M2 para a vida útil da subestação.
Bancos de capacitores e filtros
C2 · 630 A / 400 A
Manobra capacitiva de banco único e back-to-back; a corrente de energização (inrush) é limitada por reator, dimensionado junto com o banco.
Subtransmissão 69 kV
72,5 kV · 350 kV NBI
Entrada de linha e de transformador em 69 kV com interrupção de 31,5 ou 40 kA: vácuo no lugar do SF6.
Geração renovável e indústria
manobra frequente
Conexão de parques eólicos e solares e de plantas industriais: transformadores em vazio, cabos longos e cargas com harmônicas dentro do limite de TRT.
POR QUE VÁCUO AO TEMPO
A extinção a vácuo tira do disjuntor tudo o que o SF6 exige em campo, e é ensaiada nas classes M2, E2 e C2 da IEC 62271-100.
Sem gás para supervisionar
Não há densímetro, alarme de baixa pressão em dois estágios, bloqueio por perda de gás nem reposição de SF6: o interruptor é selado para a vida útil.
Manutenção enxuta
Inspeção visual semanal, verificação semestral e revisão anual ou a cada 2.000 operações; o desgaste dos contatos é lido num indicador, sem abrir o polo.
Vida útil ensaiada
Classe M2 (10.000 operações mecânicas), E2 (20 interrupções na corrente de curto-circuito) e C2 (manobra capacitiva com reignição improvável), conforme IEC 62271-100.
DOCUMENTAÇÃO
Sem gating: nada atrás de formulário. Itens em cinza saem por pedido; a engenharia envia por WhatsApp no formato da especificação do cliente.
CONFORMIDADE
ABNT NBR IEC 62271-100
Disjuntores de alta tensão de corrente alternada: ensaios de tipo e de rotina, classes M, E, C e S.
IEC 62271-1
Especificações comuns: níveis de isolamento, condições de serviço, correção por altitude.
IEC TR 62271-306
Guia de aplicação: validade dos ensaios de tipo entre 50 Hz e 60 Hz.
ABNT NBR IEC 60529
Grau de proteção da cabine de comando (IP54).
IEC/TS 60815
Seleção de isoladores por nível de poluição: 31 mm/kV (classe IV).
No vácuo o arco se extingue numa câmara selada, sem gás para supervisionar, repor ou descartar. Por isso ele domina de 15 a 40,5 kV e é a escolha para manobra frequente e religamento. O SF6 ainda é comum de 69 kV para cima, mas tem potencial de aquecimento global 23.500 vezes o do CO₂ e a União Europeia já veda o gás em equipamentos novos de média tensão em etapas a partir de 2026. A DAX oferece vácuo em todas as classes, inclusive 72,5 kV.
O disjuntor suporta a sequência O-0,3s-CO-15s-CO e a classe M2; a lógica de religamento (função ANSI 79) fica no relé de proteção do painel de comando. Um religador é um equipamento de rede, com controle e TCs integrados, tipicamente até 1.250 A e 16 kA. O disjuntor de uso externo é equipamento de subestação, até 4.000 A e 40 kA, e pode ser fornecido com TCs, TPs e relé para cumprir o mesmo papel com muito mais capacidade.
Probabilidade muito baixa de reignição ao interromper corrente capacitiva, o que evita sobretensões no banco. O disjuntor é classificado para 630 A em banco único e 400 A em back-to-back; a corrente de energização (inrush) fica limitada a 12 kA de crista em 4,25 kHz, e o reator limitador é dimensionado junto com o banco. Para filtros de harmônicas, a tensão de restabelecimento transitória (TRT) precisa ficar dentro do limite do disjuntor; a engenharia DAX verifica.
As concessionárias brasileiras especificam a classe ABNT de 36,2 kV (sistema 34,5 kV). O disjuntor DAX dessa classe tem tensão nominal de 40,5 kV, com 200 kV de impulso (220 kV entre contatos abertos) e 95 kV à frequência industrial, acima dos 170 kV e 70 kV exigidos para 36,2 kV. A margem dielétrica extra é útil em poluição pesada e em altitude.
Em parte, e a IEC TR 62271-306 diz exatamente quais: corrente de curta duração e crista (com o fator de pico 2,6 de 60 Hz), estabelecimento, interrupção sintética (pela razão di/dt) e elevação de temperatura (até 95 % do limite) são válidos; a manobra capacitiva C2 precisa de tensão de ensaio 1,44 vez maior ou repetição em 60 Hz. A DAX entrega esse estudo de aplicabilidade junto com os relatórios, item a item.
Bobinas de abertura e fechamento em 24, 48, 110/125 ou 220 Vcc (250 Vcc na classe 72,5 kV); motor de carregamento em 24, 48, 110/125 ou 220 Vcc e 127, 220 ou 380 Vca; contatos auxiliares 5NA+5NF ou 10NA+10NF. Segunda bobina de abertura ou de fechamento, bobina de mínima tensão, supervisão de bobinas, diodos de roda livre e disparo capacitivo entram conforme a especificação técnica da concessionária; são opções catalogadas, não adaptações.
Disjuntor com estrutura de elevação (1,5 a 2,5 m até o polo), cabine de comando, alavanca de carregamento e peças sobressalentes; TCs, TPs, estrutura estendida e painel de proteção são opcionais. A base é fixada com chumbadores sobre viga de fundação nivelada, os terminais recebem conectores para barra ou cabo (parafusos M10 a 2,7 kgf·m) e o cabo multivias entra pela chapa inferior da cabine.
Inspeção externa semanal (indicador de posição, contador, indicador de molas), verificação semestral com o disjuntor desligado (limpeza dos isoladores, reaperto, lubrificação, erosão dos contatos) e revisão anual ou a cada 2.000 operações (folgas, tempos de abertura e fechamento). A resistência de isolamento deve ficar acima de 100 MΩ com megger de 2,5/5 kV; o interruptor a vácuo é substituído quando o desgaste chega a 3 mm.
Envie tensão do sistema, corrente, nível de curto-circuito, tensão auxiliar e a especificação técnica da concessionária, se houver. A engenharia retorna com a configuração, a tabela de dados garantidos e o prazo.
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